domingo, 26 de agosto de 2007

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Maioridade Penal, a Bíblia ilumina a vida

Segue abaixo um artigo escrito por minha professora de Sagrada Escritura, sobre a questão da maioridade penal. Esse artigo foi publicado na revista do Centro Loyola de Fé e Cultura (Jesuítas). É muito interessante a relação que a autora estabelece entre a questão da maioridade e a Sagrada Escritura. Fé e vida se entrelaçam, vale a pena ler!!!!!

MAIORIDADE PENAL

Os argumentos contra o rebaixamento da idade penal têm circulado pela imprensa, mas é bom lembrar alguns dados estatísticos que mostram que tal rebaixamento já acontece de fato para as camadas pobres da população brasileira, sob a forma de pena de morte. Na realidade, a criança e o adolescente são as maiores VÍTIMAS da violência em nosso país. Um estudo publicado pela USP mostra que a população de 0 a 19 anos no Brasil foi alvo, entre 1980 e 2002, de 110.320 homicídios. São mais de 13 homicídios por dia cometidos contra uma criança ou um adolescente. Este número cresceu 316% nesse período. Pela primeira vez na história moderna temos uma defasagem demográfica da população jovem brasileira: entre 1994 e 2004, as mortes de jovens entre 15 e 24 anos aumentaram 48,4%, enquanto o crescimento populacional foi de 16,5%. Estamos sistematicamente marginalizando e exterminando as futuras gerações de brasileiros – pobres, naturalmente.
Em Belo Horizonte e região metropolitana, levantamento do Instituto Médico Legal aponta que, em 2005 e 2006, houve a média diária de duas mortes violentas de pessoas com idades entre 12 e 21 anos, totalizando 1.474 homicídios. O coordenador de projetos do Unicef, Mário Volpi, comentou que “em 1992, uma CPI da Câmara dos Deputados denunciou 4,2 mortes de adolescentes por dia, em média, no país. Pensar que, 15 anos depois, só BH registre duas por dia, é preocupante”.
Alguns podem pensar que a maioria dos que morrem são “marginais”. Engano. Levantamento divulgado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal, realizado em 2004, revela que apenas 0,2% da população entre 12 e 18 anos havia cometido algum tipo de ato infracional, sendo que 73,8% destes eram crimes contra o patrimônio, e não contra a vida. A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo divulgou no final de 2003 dados da região em que ocorre a maior parte dos delitos no Brasil: ali, menos de 4% das infrações tiveram crianças ou adolescentes como autores, sendo que os adolescentes são responsáveis por apenas 1% dos homicídios praticados naquele estado.
Nem sempre, porém, as estatísticas convencem, como não convenceram na época do referendum sobre o desarmamento. As pessoas ficam cegas quando a questão é polêmica e manipulada pela mídia. Muitos não conhecem nem querem conhecer o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê penas adequadas à idade do infrator, mas na realidade tais penas não vêm sendo aplicadas como previsto: são substituídas muitas vezes por maus tratos, violência moral, perseguição e extermínio. Mas vamos deixar de lado a discussão que já é conhecida e divulgada. Vamos partir para um outro olhar.
Proponho trazer à memória dos leitores alguns fatos e relatos bíblicos aos quais talvez não demos a devida atenção. Moisés foi assassino em sua juventude, fugiu da justiça e depois foi chamado por Deus para a missão de conduzir o povo hebreu e tornou-se o grande legislador de Israel. Sansão foi um líder famoso por sua força e provocador de conflitos com muitos homicídios, mas se tornou juiz em Israel. Davi foi adúltero e assassino covarde, mas se arrependeu e se tornou o rei por excelência da monarquia de Israel e Judá, além de compositor de salmos. Salomão matou os concorrentes ao trono, mas depois pediu a Deus sabedoria e foi considerado o modelo dos sábios na história de seu povo.
Dirão que estes foram exemplos do Antigo Testamento, imperfeitos para os critérios de Jesus Cristo. De fato. Mas não se pode esquecer que Jesus chamou entre os Doze pelo menos dois discípulos guerrilheiros - Simão, o Zelota e Judas Iscariotes; outros dois violentos e vingativos – Tiago e João - que Jesus chamou de “Filhos do trovão” (Mc 3,17) porque queriam fazer o fogo do céu cair sobre os que não quiseram receber o Mestre (Lc 9,51-56); e um cobrador de impostos que andava com más companhias – Mateus, também chamado Levi (Mc 2,13-17; Mt 9,9-13).
Não se pode querer disfarçar o fato de que Jesus escolheu como sua companhia preferida os pecadores, isto é, ladrões, prostitutas e rebeldes que não cumpriam a lei e eram considerados impuros. Jesus andou no meio dos mendigos, doentes, loucos, possessos e pobres em geral, sem esquecer mulheres e crianças. Deixava-se tocar e comprimir pelas multidões anônimas, cansadas, desprezadas e desorientadas “como ovelhas sem pastor” (Mc 6,34). O Filho de Deus nasceu entre os sem-teto e morreu entre dois criminosos, prometendo o paraíso àquele que se reconheceu pecador.
Diante desses fatos, como aceitarmos, sendo cristãos, eliminar o futuro de jovens e adolescentes que, se bem orientados e acolhidos com amor verdadeiro, poderão vir a ser líderes na Igreja? Será que no meio desses “meninos” não estão escondidos outros Moisés, Davis, Sansãos, Salomãos? Será que entre esses que a sociedade deseja afastar do seu convívio não estarão outros Tiagos, Joãos, Mateus, Simãos? E outras Madalenas, Marias, Samaritanas e cananéias?
Pensemos no Fernandinho Beira-Mar: ele foi coroinha na sua comunidade em Caxias, mas quando foi preso e maltratado pela polícia, sem ter cometido crime algum, decidiu tornar-se criminoso e assim dar motivo para a pena que pagou injustamente.
No meio dos marginalizados, quem está mais exposto à violência são os próprios marginais, principalmente os mais jovens. Eles fazem parte de uma multidão semelhante àquela que acompanhou Jesus e que foi taxada pelos fariseus: “Esta corja que ignora a leis são uns amaldiçoados!” (Jo 7,49). Ora, Jesus acolheu e até chamou alguns deles para o seguirem, “talvez porque tenha encontrado nestes homens anseios mais ardentes de justiça”[1]. De fato, muita gente que hoje seria classificada de “marginal” participou do “movimento de Jesus” e comeu à mesa com ele.
O pré-conceito e o moralismo têm uma capacidade terrível de distorcer os fatos e criar barreiras. Por isso, Frei Carlos Mesters previne: “Não somos nós que distribuímos o dom do Espírito Santo, mas temos o terrível poder de extinguir o Espírito Santo ( cf 1Ts 5,19), de apagar a luz de Deus no coração dos outros e de matar assim a esperança”[2].

Tereza Cavalcanti - Professora de Sagrada Escritura na PUC-Rio

[1] Carlos Mesteres, Palavra de Deus na história dos homens. Vozes, Vol. 1, p.166.
[2] Palavra de Deus na história dos homens, vol 2. p. 97s.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Bispos adulteram documento da Celam

Mais de 200 cortes e acréscimos foram feitos em texto levado ao papa

José Maria Mayrink

O documento votado pela 5ª Conferência-Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, em maio, foi alterado pela presidência do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) antes de ser entregue ao papa, em 11 de junho. As mudanças mais relevantes referem-se às Comunidades Eclesiais de Base (Cebs), núcleos de fiéis ligados à Teologia da Libertação com grande atuação pastoral e ideológica no continente nos últimos 40 anos. O texto divulgado pelo Vaticano, com a aprovação de Bento XVI, contém mais de 200 emendas feitas pelo cardeal chileno Francisco Javier Errázuriz Ossa e pelo bispo argentino Andrés Stanovnik, respectivamente presidente e secretário-geral do Celam na época.

Leia a íntegra dos documentos

'Não sei quem alterou, mas quero saber, pois não é a primeira vez que isso ocorre', protesta o cardeal Geraldo Majella Agnelo, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil. D. Geraldo foi um dos presidentes da Conferência de Aparecida, ao lado do cardeal Errázuriz e do cardeal Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos, que entregaram o documento final a Bento XVI. 'Eu pensei que estava levando o original', declarou ao Estado, garantindo que, até onde sabe, as mudanças não foram de iniciativa de Roma 'pois o papa respeitaria o que os bispos decidiram'. O cardeal brasileiro defende o restabelecimento da versão original.

O atual presidente do Celam, d. Raymundo Damasceno Assis, eleito em uma assembléia do episcopado latino-americano em Havana, em 10 de julho, acha difícil anular o texto oficial depois de ele ter sido aprovado por Bento XVI e distribuído, em espanhol, às 22 conferências nacionais do continente. Abaixo-assinados e manifestos de teólogos e religiosos que denunciaram a adulteração exigem a volta da versão de Aparecida. Em resposta às reclamações, o cardeal Errázuriz, arcebispo de Santiago, escreveu uma carta-circular, na qual diz ter encaminhado a questão a seu sucessor e sugere que não se fale mais do assunto.

'Daríamos uma grande alegria ao demônio se nos ocupássemos tanto das mudanças que ocorreram no texto final de modo que o mal-estar conseguisse eclipsar a maravilhosa experiência de Aparecida e suas grandes orientações pastorais', adverte.

Ao apresentar o texto em Cuba, o cardeal Errázuriz disse que as mudanças se limitavam à redação e à forma. Mas estudos comparativos feitos por teólogos e assessores que estiveram na conferência apontam mudanças que, em sua análise, comprometem o conteúdo. Os 573 artigos originais caíram para 554, com cortes e junção de parágrafos.

Segundo o arcebispo de Manaus e vice-presidente da CNBB, d. Luiz Soares Vieira, que participou do encontro em Havana, Errázuriz insistiu que as mudanças não foram substanciais. 'O cardeal disse que, no caso das Cebs e em outras questões mais importantes, consultou os autores dos artigos votados em Aparecida.'

Após ler as explicações do arcebispo de Santiago, o padre argentino Eduardo de la Serna, um dos teólogos que apontaram as mudanças, chegou à conclusão de que o texto foi alterado pela presidência do Celam. 'Essa mudança é uma violação do texto, feita ocultamente (ninguém sabia, nada se declarou, foi preciso descobrir) e autoritariamente (sem nenhuma consulta a ninguém, sob a responsabilidade última da presidência do Celam).'

O teólogo chileno Ronaldo Muñoz enumera 34 mudanças que, em sua opinião, enfraquecem ou distorcem o texto. Uma delas refere-se à 'opção preferencial pelos pobres', expressão que a versão oficial mantém, mas acrescentando que 'não é exclusiva nem excludente'. Para Muñoz, parece ter havido a preocupação de tirar a força do documento quando ele denuncia a discriminação da mulher na Igreja.

Sem comentar o conteúdo das alterações, o arcebispo de São Paulo, d. Odilo Pedro Scherer, que foi secretário-geral-adjunto da conferência, disse esperar que elas não prejudiquem a receptividade ao documento. É essa também a opinião de d. Damasceno.

A tradução brasileira do Documento de Aparecida, que seria lançada amanhã em São Paulo em edição conjunta da Paulus, Paulinas e Edições CNBB, só chegará às livrarias no fim de agosto ou início de setembro. O atraso deveu-se a 'dificuldades técnicas'

(Fonte: O Estado de São Paulo. 16 de Agosto de 2007)

domingo, 29 de julho de 2007

Adriana no Godtube


Este é um vídeo postado no site Godtube um similar do Youtube muito divulgado entre católicos e evangélicos

sábado, 28 de julho de 2007

Second Life, os Jesuítas já chegaram lá

Jesuítas estão incentivando fiéis católicos a entrar no Second Life, o mundo virtual da internet, do qual participam mais de oito milhões de usuários.

No Second Life, cada participante assume a forma de um 'avatar', como são chamados os residentes do site.
Em um artigo publicado na revista Civilità Cattolica, os jesuítas dizem que a internet é também uma oportunidade para evangelizar.
“Second Life é um sinal de modernidade, um instrumento que deve ser utilizado”, disse à BBC Brasil o padre Michele Simone, vice-diretor da Civilità Cattolica, uma publicação da Companhia de Jesus, congregação que reúne os jesuítas.
Simone lembra que outras religiões já estão presentes no mundo virtual e que, portanto, seria "oportuno" que a Igreja Católica fizesse o mesmo.
“Tem espaço para Deus no universo cibernético”, afirmou. “Seria bom que a idéia de Deus fosse apresentada de forma correta no Second Life.”
Inovação
A proposta dos jesuítas é considerada inovadora no mundo católico. No artigo publicado na última edição da revista da congregação, eles dizem que é “preciso ter coragem de se aventurar no mundo do Second Life, o lugar na internet onde é possível viver em maneira simulada uma segunda vida, digital, e onde uma crescente população mundial de internautas tem necessidade de receber uma mensagem de fé”.
Riscos e oportunidades são analisados no texto da Companhia de Jesus. De acordo com os jesuítas, “a segunda vida virtual está cheia de locais de orações, mesquitas, igrejas, catedrais e conventos, sempre mais populosos de avatares, desejosos de meditar e encontrar Deus”.
Eles assinalam que, no Second Life, existem grupos ou lugares de caráter religioso e espiritual.
"São 23 igrejas. Também catedrais como as simulações das católicas Notre-Dame, de Paris, da catedral de Salzburgo, ou da anglicana Saint Paul, de Londres.”
'Terra de missão'
Na avaliação dos jesuítas, “qualquer iniciativa capaz de animar positivamente esse lugar deve ser considerada oportuna. A terra digital é, a seu modo, também terra de missão”, diz o texto.
Segundo o padre Simone, a idéia desse desafio nasce de um fato concreto: o fenômeno está em expansão. De acordo com ele, é importante que os católicos não estejam ausentes. Ao contrário, devem participar “para não deixar que a dimensão religiosa seja instrumentalizada ou ocupada por outros”.
Foi também a revista da Companhia de Jesus que, em 2005, convidou os católicos a entrar no mundo dos blogs e divulgar a fé por meio da internet.
Hoje, são inúmeros padres, bispos e cardeais ao redor do mundo que criaram blogs para se comunicar com os fiéis. Alguns, inclusive, criticam decisões tomadas pelo papa Bento 16.
Estima-se que existam atualmente na internet mais de nove mil páginas de paróquias e congregações católicas.
Uma versão religiosa do YouTube, o GodTube, também foi criada.
Até mesmo as irmãs carmelitas italianas, que vivem na clausura, contam seu dia-a-dia através de um blog.
Na última semana, foi a vez de o Vaticano inovar, lançando uma página virtual interativa na internet, colocando, inclusive, uma webcam direcionada à tumba do papa João Paulo 2º.
O padre Simone diz que o desafio é direcionado aos católicos e não sabe se o Vaticano apoiará a iniciativa. De qualquer maneira, ele lembra que a revista Civilità Cattolica é supervisionada pela Secretaria de Estado da Santa Sé e nenhum texto é publicado antes que conte com o aval oficial do Vaticano.


(Notícia retirada do Informativo da BBC Brasil de 27 de Julho de 2007)

Os X-católicos


Ficar falando como o Second Life é inovador e atrai cada vez mais novos tipos de mídia e pessoas para suas dependências (e blábláblá) é chato, eu sei. Mas também é um fato! A nova comunidade que se volta para o mundo virtual é uma das mais conservadoras que temos na sociedade, os católicos, que apelidei carinhosamente de os X-Católicos (já falamos dessa novidade antes). Vejam bem, não é nada pejorativo e não tenho nada contra qualquer religião, podem apagar as tochas, por favor! É só uma maneira de retratar estes seguidores da doutrina católica e que estão conectados, evoluídos, por assim dizer.Saiu em uma reportagem desta sexta-feira, na BBC Brasil, que a revista Civilità Cattolica publicou um artigo em que o Second Life é o novo terreno “quente” para a evangelização.“Second Life é um sinal de modernidade, um instrumento que deve ser utilizado”, disse à BBC Brasil o padre Michele Simone, vice-diretor da Civilità Cattolica, uma publicação da Companhia de Jesus, congregação que reúne os jesuítas.Para o X-Católico Simone, Deus está em todo lugar, logo, o Second Life também é permeado por Ele. “Seria bom que a idéia de Deus fosse apresentada de forma correta no Second Life”, afirmou o padre.Os religiosos já contabilizaram 23 igrejas localizadas no SL, para os avatares que procuram um pouco de paz espiritual – algo um tanto quanto psicodélico se levarmos em conta que falamos de um “ser” virtual, logo, sem espírito. Ou esse avatar compartilha o nosso espírito, já que nós o controlamos? Sendo assim, seriamos todos pequenos deuses que controlam vidas dentro do SL?! Será que seríamos o Second Life de Deus?! Tá, chega. Isso é papo para mesa de botequim... Ou não.

(Esta notícia foi copiada do Informativo da Second Life Brasil de 27 de Julho de 2007)

O Brasil na Second Life


Olha quem já está no Second Life? Será que a gente chega lá? Tomara...


Para ficar bem informada sobre tudo que acontece na Second Life Brasil acesse o site
http://www.secondlifebrasil.com.br/noticias/noticias.aspx

Second Life, tierra de missión


Artículo de la «La Civiltà cattolica»
CIUDAD DEL VATICANO, viernes, 27 julio 2007 (
ZENIT.org).- Un artículo de la última edición de la revista «La Civiltà cattolica», cuyos borradores son vistos por la Secretaría de Estado de la Santa Sede, propone evangelizar «Second life», un mundo virtual en tercera dimensión de interacción social, en el que ya participan ocho millones de personas.«Second life, el deseo de otra vida», es el título de una investigación del padre Antonio Spadaro S.I. que presenta el quincenal de la Compañía de Jesús, sobre esta realidad que da la oportunidad de reinventarse a uno mismo, a través de una figura virtual tridimensional o «avatar».Se trata de un fenómeno «quizá exagerado por la prensa», advierte el estudio de «La Civiltà Cattolica», «pero que está desarrollándose demasiado rápidamente para poder quedarse indiferente. Por este motivo, debe afrontarse con capacidad de juicio».El artículo describe el fenómeno, evaluando riesgos y oportunidades, y señalando también la presencia de elementos religiosos. «Cada iniciativa capaz de animar positivamente este “lugar” debe considerarse como oportuna: la tierra digital, es a su manera también “tierra de misión”», explica. «De todos modos, hay que estar atentos a la difundida necesidad de “otro lugar” en el que el hombre pretende, en ocasiones de manera incorrecta, encontrarse a sí mismo». Este análisis, aclara, tiene que hacerse sobre todo por quien tiene un papel educativo, «pensando en los más jóvenes o en los más frágiles o menos preparados para las seducciones de una vida disimulada».

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 27 de julho de 2007 (ZENIT.org).- Um artigo da última edição da revista «La Civiltà Cattolica», cujos projetos são vistos pela Secretaria de Estado da Santa Sé, propõe evangelizar «Second Life», um mundo virtual em terceira dimensão de interação social.«Second life, o desejo de outra vida», é o título de uma pesquisa do Pe. Antonio Spadero S.J., que apresenta o quinzenal da Companhia de Jesus, sobre esta realidade que dá a oportunidade de reinventar a si mesmo, através de uma figura virtual tridimensional ou «avatar». Trata-se de um fenômeno «talvez exagerado pela imprensa», adverte o estudo de «La Civiltà Cattolica», «mas que está desenvolvendo-se rapidamente para poder se tornar indiferente, por este motivo, deve enfrentar-se com capacidade de juízo». O artigo descreve o fenômeno, avaliando riscos e oportunidades, e assinalando também a presença de elementos religiosos. «Cada iniciativa capaz de animar positivamente esse ‘lugar’ deve ser considerada como oportuna: o mundo digital pretende, em ocasiões de maneira incorreta, encontrar a si mesmo.»Esta análise, declara, tem de ser feita sobretudo por quem tem um papel educativo, «pensando nos mais jovens ou nos mais frágeis ou menos preparados para as seduções de uma vida dissimulada».

domingo, 15 de julho de 2007

Um pouco de nós

A alegria do encontro

Salve as Américas

Atenção e disposição


Concentradas nas palavras da Ir. Verônica sobre Mística Paulina

Voltadas para o sol


Na abertura do encontro fomos convidadas a estarmos sempre voltadas para o sol, eis o resultado

Outras Atividades

Hoje desejamos partilhar com vocês o que experimentamos com as provocações que o tema “Relações virtuais e qualidade das relações” despertou em nós. A professora doutora Rose de Melo Rocha nos levou a refletir sobre nossas práticas de comunicação.
Nos dias 12 e 13 a Irmã Adriano Zuchetto (Brasil) nos ajudou a refletir sobre o tema “Liberdade e obediência Paulina”. Ela fez uma retrospectiva do voto de obediência na história da vida religiosa e nos possibilitou a partilha das nossas experiências pessoas e comunitárias das dificuldades e alegrias na vivência desse voto.
Nossa convivência aqui também foi recheada por noites bastante animadas pela partilha da riqueza cultural do nosso continente. Assim aproveitamos para desfrutarmos os sabores, as cores e os rítimos dos nossos países.
Dia 14 visitamos os setores apostólicos de São Paulo. As irmãs nos acolheram com muito carinho e explicaram com muito entusiasmo a dinâmica da missão em cada departamento. À tarde visitamos também a casa de formação das postulantes onde nos receberam com música e um saboroso lanche bem brasileiro.
No Sábado fomos visitar a padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida. Participamos da Celebração Eucarística no santuário e rezamos por todas vocês.
Hoje, dia 15 iniciamos nosso retiro com Irmã Bernarda Cadavid e estamos certas de que neste momento de encontro mais íntimo com o Mestre estaremos em comunhão com todas.

Concluímos nosso Encontro com a visita ao Santuário da PAdroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida. Lá lembramos de todas e aos pés da virgem Maria rezamos por todo povo da América.

Paticipantes


BRASIL: Ana Paula Ramalho, Adélia T. Abreu, Ângela Maria, Ana Gleicy, Cristiane Rodrigues, Elizete Moura, Janete Leal, Jocilene Moreira, Jucelene Rocha, Marizete Batista, Magna Ferreira, Nívia Maria, Suzana Zanella, Roseane Barbosa.
COLOMBIA: Ruth Rodriguez
ESTADOS UNIDOS: Fay Pele, Christina Miriam, An Mei Marie, Marlyn Evangelina
MEXICO: Sandra Georgina, Hermelinda Perez
VENEZUELA: Yenny Martinez, Maury Ibarra

Mística Paulina

Con gratitud y alegría nos comunicamos una vez mas con ustedes para compartir lo que estamos viviendo.
En los días 08 e 09 Ir. Verônica Yasmim de Souza (Venezuela) nos ayudo a reflexionar sobre a Mística Paulina. Este tema provoco en nosotras un gran entusiasmo y cuestionamientos.
Como síntesis la mayoría de nosotras destaco el deseo de vivir la Mística Apostólica Paulina siendo presencia profética transformadora en el medio del pueblo.
De nuestro entusiasmo nació el deseo de compartir con ustedes dos cuestionamientos que nos abrieron a nuevas posibilidades para mejorar nuestra calidad de Vida Consagrada Paulina. El primero se trata de la cuestión del activismo. Del compartir del grupo nació el Decálogo de la desaceleración:

  1. Nunca traer trabajo apostólico para casa;
  2. Siempre buscar disfrutar de la compañía de las hermanas;
  3. Permitirnos perder tiempo juntas;
  4. Cambiar la mentalidad de que nuestro valor está solo en lo que hacemos;
  5. Valorizar o lado lúdico y festivo de la vida;
  6. Conocer y respetar los limites del cuerpo;
  7. Saber distinguir en nuestras actividades lo que es necesario y lo que puede esperar;
  8. Organizar bien de forma individual y comunitaria;
  9. Delegar funciones entre nosotras y con nuestros colaboradores;
  10. Cultivar de forma saludable nuestra feminidad.

    En la tentativa de responder a la pregunta: Que recursos necesitamos colocar al servicio como apóstoles para responder a los desafíos de la cultura de la comunicación? Nacieron las siguientes luces:
  • Buscar y aprovechar la colaboración dentro y fuera de nuestro ambiente eclesial;
  • Ir al encuentro del pueblo, escuchar y sentir su realidad;
  • Prepararse bien para responder a las diversas realidades;
  • Conocer personalmente la realidad para no reproducir viejos conceptos.

    Y en este clima de inquietudes y tentativas de buscar juntas las luces necesarias la convivencia que nos da coraje y esperanza.

Equipo de Comunicación
Ciudad Regina – San Pablo

Com gratidão e alegria nos comunicamos mais uma vez com vocês para partilharmos o que estamos vivendo.
Nos dias 08 e 09 Ir. Verônica Yasmim de Souza (Venezuela) nos ajudou a refletirmos sobre a Mística Paulina. Este tema provocou em nós grande entusiasmo e questionamentos.
Como síntese fundamental a maioria de nós destacou o desejo de viver a Mística Apostólica Paulina sendo presença profética transformadora no meio do povo. Do nosso entusiasmo nasceu o desejo de partilharmos com vocês dois questionamentos que nos abriu a novas possibilidades para imprimirmos mais qualidade à nossa Vida Consagrada Paulina. O primeiro trata-se da questão do ativismo. Da partilha do grupo nasceu o Decálogo da desaceleração:

  1. Nunca trazer trabalho apostólico para casa;
  2. Sempre buscar desfrutar da companhia das irmãs;
  3. Permitir-se perder tempo juntas;
  4. Mudar a mentalidade de que nosso valor está resumido ao que fazemos;
  5. Valorizar o lado lúdico e festivo da vida;
  6. Conhecer e respeitar os limites do corpo;
  7. Saber distinguir em nossas atividades o que é necessário e o que pode esperar;
  8. Organizar-se bem de forma individual e comunitária;
  9. Delegar funções entre nós e com nossos colaboradores;
  10. Cultivar de forma saudável nossa feminilidade.

    Na tentativa de respondermos à pergunta: Que recursos necessitamos colocar a serviço como apóstolas para responder aos desafios da cultura da comunicação? Nasceram as seguintes luzes:
  • Buscar e aproveitar as parcerias dentro e fora de nosso ambiente eclesial;
  • Ir ao encontro do povo, escutar e sentir sua realidade;
  • Preparar-se bem para responder às diversas realidades;
  • Conhecer pessoalmente a realidade para não reproduzir velhos conceitos.

    É neste clima aquecido pelas inquietações e tentativas de buscarmos juntas as luzes necessárias que experimentamos essa agradável convivência que nos enche de coragem e esperança.

Encontro Continental de Junioristas da América

Nosotras las hermanas junioristas del continente americano queremos saludar a cada una de ustedes que posibilitaron este momento de encuentro entre hermanas y de formación de nuestro ser Paulina.
Agradecemos a la provincia del Brasil que nos recibió con mucho cariño fraterno. En el primer día la Hermana Provincial, Ir. Eide de Bortoli con sus palabras motivo para que a viviéramos estos días enraizadas en el espíritu de Alberione recordando los principios que el nos dejo para el período do juniorado.
En el sábado concluimos el primer tema en el cual Hna. Neide Puel nos ayudó a reflexionar y compartir sobre “El crecimiento afectivo en la vida consagrada paulina”.
Las fotos que les enviamos demuestran el Espíritu en el cual estamos viviendo estos días.
Un saludo fraterno
Hnas Jucelene Rocha, Christina Miriam y Maria Gabriela Flores
Equipo de Comunicación



Greetings from the Sisters attending the Junior Encounter for the American Continent!

We want to thank each of you for making possible for us this moment of encounter and Pauline formation.

We thank the province of Brazil for their warm fraternal welcome, as well as Sr. Eide de Bortoli for her words of encouragement as we began these days. She reminded us to be rooted in the spirit of Alberione and the principles underlying this period of juniorate.

On Saturday we concluded the first theme, “Affectivity and the Consecrated Pauline Life,” which we reflected on and shared with the help of Sr. Neide Puel.

Enjoy the photos—they should give you a good idea of the spirit in which we have been living these days!

United in our Pauline life,
Srs. Gabriela Flores, Jucelene Rocha & Christina Miriam
Communication Team



Nós junioristas do continente americano saudamos a cada uma de vocês que nos possibilitaram este momento de encontro entre irmãs e de formação do nosso ser Paulina.
Agradecemos à província do Brasil que nos acolheu com muita fraternidade. No primeiro dia a provincial, Ir. Eide de Bortoli nos motivou a vivermos estes dias enraizadas no espírito de Alberione recordando os princípios por ele deixados para o período do juniorato.
No sábado concluímos o primeiro tema no qual Ir. Neide Puel nos ajudou a refletirmos e partilharmos sobre “O crescimento afetivo na vida consagrada paulina”.
As fotos que lhes enviamos demonstram o espírito no qual estamos vivendo estes dias.

Na fraternidade paulina,
Irmãs Gabriela Flores, Jucelene Rocha e Christina Miriam
Equipe de comunicação